Some people think football is a matter of life and death. I assure you, it's much more serious than that.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

The Playbook - A defesa do Cavaliers

Playbook errado, bro...



Lembra ano passado quando eu fiz alguns posts rápidos analisando a anatomia de algumas jogadas da NBA durante os playoffs, e foi um grande sucesso? Pois bem, acontece que é bem divertido fazer esses posts também, então achei legal trazer de volta isso para a temporada 2015 da NBA. Acabei chamando essa coluna de The Playbook.

Pra quem não lembra, a idéia é pegar algumas jogadas importantes por algum motivo (seja porque foi uma jogada chave, seja porque ilustra algum ponto importante) e mostrar, lance a lance, o que aconteceu, o que não aconteceu, e porque isso é relevante. 

Para inaugurar essa coluna, decidi falar hoje sobre um assunto que tem chamado alguma atenção mesmo antes da temporada começar: a defesa do Cleveland Cavaliers.

O Cavs foi o time mais polarizador da ultima offseason, trazendo de volta LeBron e juntando ele com Kyrie Irving e Kevin Love. Entre três grandes jogadores ofensivos, o potencial desse lado da quadra para Cleveland era praticamente ilimitado, cheio de jogadores capazes de espaçar a quadra, arremessar de fora, criar o próprio arremesso, ou jogar de costas para a cesta. Tinha tudo para ser um dos melhores ataques da história recente da NBA - pelo menos no papel.

A grande interrogação era do outro lado da quadra. Enquanto o talento ofensivo da equipe era único, o talento defensivo deixava muito a desejar. O time contava com apenas UM defensor acima da média em Anderson Varejão, o que é muito pouco para um time que busca o título (sim, eu sei que LeBron é um fantástico defensor quando ele quer. Mas ele não quer faz mais de um ano, foi bem mal ano passado, e até ver ele se interessar de novo, não vou considerá-lo um bom defensor). O Cavs não tinha nenhum shot blocker no elenco, nenhum defensor de perímetro para vir do banco (tirando Marion, que tem 37 anos e decaiu muito nos últimos dois anos), sua dupla titular de perímetro (Irving e Waiters) é possivelmente a pior defensivamente da liga... em resumo, tinha tudo para ser um desastre defensivo. A idéia fácil, claro, era que o Cavs simplesmente teria que compensar essa deficiência no ataque, mas David Blatt sabia que para ser um forte candidato ao título precisaria conseguir pelo menos tirar algo decente dessa defesa.

Considerando a falta de talento em mãos, seria interessante observar como Blatt iria querer compensar isso com base em um esquema defensivo elaborado. E até agora, a primeira solução que Blatt tentou foi uma que surpreendeu muita gente: uma defesa bastante agressiva, lembrando inclusive a defesa que LeBron usava no Heat. Muitas blitzes, muita pressão no ballhandler.

A idéia não é ruim. O Cavs não tem qualquer tipo de proteção ao aro (adversários estão acertando 53% de seus arremessos no aro contra Varejão ou Tristan Thompson, e 62% contra Love) ou bons defensores mano-a-mano, então é uma forma de atrapalhar os ataques alheios ANTES de executarem suas jogadas, ao invés de usar um esquema tático mais conservador que simplesmente impeça arremessos fáceis e confie na sua defesa para fazer boas jogadas.

Bom, até agora, não tem funcionado como desejado. A defesa do Cavs foi horrível nos três primeiros jogos, cedendo 108 pontos por 100 posses de bola, quinta pior marca desse começo de temporada. Mas assistindo aos jogos, o problema não é a blitz e o esquema agressivo de Blatt - é que os jogadores não são bons o suficiente para executá-la consistentemente. Muitas vezes, a dobra de marcação e a pressão no ballhandler estão sendo bem executadas, taticamente falando, mas o problema é que os defensores não estão mostrando capacidade de continuar executando as movimentações e jogadas corretas depois de um primeiro "ataque". No fundo, tem sido basicamente maus jogadores defensivos fazendo más jogadas defensivas.

Eu separei duas jogadas do jogo de ontem contra o Blazers para mostrar essas dificuldades, uma em situações agressivas de blitz e outra em uma jogada normal de movimentação de bola, que mostram  a dificuldade e até o desinteresse dos jogadores do Cavs em defender direito.


Primeira jogada: Blitz no pick and roll

Essa jogada inicia de forma muito simples. Steve Blake recebe a bola perto do meio de campo depois de um lateral normal, com cada defensor ainda marcando seu jogador respectivo.

A jogada do Blazers começa quando Blake faz um passe em direção a Will Barton na lateral, que estava começando um deslocamento na sua direção, como mostra a imagem abaixo. Cada jogador ainda está marcando seu respectivo jogador, individualmente.




Em velocidade, Will Barton pega a bola e começa a contornar a linha dos três pontos. Aproveitando que Barton já tem um head start e uma vantagem sobre seu marcador, Thomas Robinson (#41) corre para fazer uma screen, liberando Barton na direção do meio da quadra, onde teria espaço para atacar a cesta ou iniciar outra movimentação ofensiva.

Usar Robinson como o screener aqui tem duas vantagens principais: primeiro, que você mantém Kaman (um passador muito melhor) na cabeça do garrafão como uma opção de emergência contra um blitz; e segundo que você tira Varejão, o melhor defensor do Cavs, de perto do garrafão. Matthews está do lado oposto da quadra para espaçá-la, e assim que a ação de Barton e Robinson começa, notem como Blake corre para se juntar a ele do lado oposto, liberando o lado direito da quadra para o pick and roll.




O Cavs responde usando a defesa agressiva que tanto tem usado nesse começo de temporada, com Varejão passando por Robinson para atacar Barton e impedir seu avanço. Dion Waiters, o marcador original de Barton, completa a blitz atacando o SG pelas costas, "travando" assim o jogador naquele ponto, a base de qualquer defesa com blitz.




No entanto, Varejão - um senhor de 30 anos de idade - não é tão atlético ou tão rápido na blitz como era, por exemplo, Chris Bosh. Ainda que tenha conseguido impedir o avanço de Barton, essa fração de segundos que Varejão demorou a mais para atacar o ballhandler deu a ele uma janela para fazer um passe para sua válvula de escape, Chris Kaman, ao invés de forçar uma dobra rápida que impediria qualquer movimentação de Barton ou mesmo forçar um turnover. Veja na imagem acima como a bola já está indo na direção do camisa 35 quando Varejão e Waiters completam a dobra no Barton.

Ainda assim, é um passe difícil e apressado que o Cavs conseguiu forçar. Foi uma bola difícil e não-precisa que Kaman precisou de algum tempo para conseguir dominar e se colocar em posição de seguir com a jogada. Tempo suficiente para o Cavs se rearmar defensivamente e evitar uma situação 4 vs 3 mais perigosa.




Quando Kaman finalmente domina a bola, o Cavs já está em posição. Olhe de novo a imagem acima: Barton está inofensivamente atrás da linha dos três pontos, e Tristan Thompson está atrapalhando Kaman. Dellavedova escorregou para marcar Thomas Robinson (lateral do garrafão) - deixado livre por Varejão na blitz - e Shawn Marion está do lado oposto impedindo um passe mais difícil para Matthews ou Blake. A blitz, em um primeiro momento, foi executada com sucesso.

Mas dai começam os problemas. Com Varejão se recuperando na jogada e voltando para o garrafão, Dellavedova tem que começar a se deslocar para o outro lado da quadra, para evitar que Marion fique preso marcando dois jogadores e retomar sua marcação em Blake. No entanto, Dellavedova nunca faz essa movimentação - ele continua parado mercando Robinson. Isso força um Varejão voltando da blitz - um jogador muito mais lento - a atravessar a quadra inteira para marcar Blake, que fica completamente livre enquanto isso.

Com Dellavedova demorando para começar uma rotação e ainda marcando Robinson do outro lado da quadra, e Varejão totalmente perdido no meio do nada, isso significa que quando Chris Kaman começa sua movimentação ofensiva na direção do lado "fraco", Blake está completamente livre na zona morta sem ninguém perto dele para marcá-lo. Apenas Marion teria como recuperar para marcar o armador de Portland, mas com o perigoso Wesley Matthews ameaçando um corte para a cesta, Marion é obrigado a continuar próximo de Matthews. 

Repare na imagem abaixo como só então - com Blake lá livre na zona morta e a jogada do lado direito praticamente morta - é que o armador do Cavs começa sua recuperação.




Matthews percebe essa recuperação, e  corre para fazer uma screen em Dellavedova para atrasar sua rotação e não deixar que ele atrapalhe Steve Blake na zona morta. Por algum motivo bizarro, mesmo com Matthews indo na direção de Dellavedova e com Varejão a poucos passos do lado dele protegendo o garrafão, Shawn Marion continua acompanhando Matthews, ao invés de fazer a rotação correta para Blake, que agora está totalmente livre na zona morta. O Cavs tem dois jogadores perdidos com Wes, e Blake arremessa uma bola de três totalmente livre que ele vai acertar na maior parte do tempo.




Wes acabou fazendo uma péssima screen e Dellavedova até se recuperou bem, mas ainda é um arremesso que qualquer time ficaria muito feliz em conseguir e que Blake errou por meio centímetro.

É um bom resumo dos resultados dessa defesa agressiva do Cleveland nesse começo de ano: a blitz foi bem executada, e conseguiu interromper a ação inicial de Portland. O esquema tático de Blatt, que tinha como objetivo conseguir exatamente isso, deu resultados. O problema é que, a partir do momento que a primeira ação ofensiva do time é desmontada com a blitz e o Portland (e em geral os adversários do Cavs) partem para suas ações ofensivas secundárias - muitas vezes improvisadas - a defesa para de ser um esquema previamente montado (no caso, a blitz) para depender da reação, percepção e movimentação dos defensores de Cleveland. E nisso o time tem se perdido com muita freqüência, em boa parte porque seus jogadores não são bons defensores.

O ataque do Blazers nessa jogada foi inteligente, mas não particularmente bem executado - os passes e reações foram um pouco lentos, e Cleveland teve várias chances de fazer a rotação correta. Mas em nenhuma vez eles conseguiram - Varejão demorou para recuperar, Dellavedova nunca fez a rotação correta deixando Robinson para Varejão e demorou demais para perceber Blake, Shawn Marion desnecessariamente deixou Blake livre para acompanhar um Matthews que estava indo para o meio do nada... um show de erros, em geral erros individuais, leituras erradas e movimentações desnecessárias. Tem sido o mais comum quando se assiste jogos de Cleveland nesse começo de ano.


Segunda jogada: Transição, preguiça e péssima ajuda

Essa jogada é ainda mais fácil e mais simples de se ver porque o Cavs está tão ruim defensivamente. Ao contrário da primeira, ela não envolve um esquema defensivo ou nenhum lado tático complicado - ela é simplesmente péssima defesa por parte dos jogadores do Cavs.

Essa jogada começa em uma semi-transição, depois que Lillard ganhou uma disputa de rebote contra LeBron na defesa e apressou o ataque para tentar pegar a defesa de Cleveland desprevenida. Mas, a exceção de LeBron, a defesa de Cleveland se recuperou muito bem, e quando Lillard chega no ataque, eles estão já razoavelmente bem posicionados e em superioridade numérica.



Ainda assim, Lillard decide aproveitar a vantagem em velocidade e agilidade de seus jogadores para pegar a defesa do Cavs desprevenida e ainda se arrumando em semi-transição. Antes que o resto de seus jogadores possam chegar, Lillard chama uma screen de LaMarcus Aldridge, que corre para fazer o bloqueio em Irving.




Essa é uma boa jogada, bem executada pelo Blazers. Mas a defesa do Cavs aqui é genuinamente horrível desde o começo. Irving não ve a screen chegando, e simplesmente vai de cabeça em Aldridge. Ele demora para passar pela screen, dando muito espaço para Lillard fazer o que quiser. Thompson, por sua vez (defendendo Aldridge na screen), pula na frente de Lillard para impedir seu avanço, mas só por um segundo - ele logo volta a sua posição original entre o armador e Aldridge, dando caminho livre ao armador. Com Irving demorando tanto tempo pra fazer a volta em Aldridge, Thompson precisaria se manter na frente de Lillard o suficiente para permitir que Irving volte a entrar em boa posição defensiva, ou então caso o camisa 0 acelere, Thompson precisa acompanhar sua trajetória para não deixá-lo livre.

Mas como Irving demora muito para conseguir passar da screen e não consegue se recuperar, e como Thompson apenas deu um passo na sua frente antes de recuar para perto de Aldridge, Lillard agora não tem ninguém pela frente, apenas um caminho livre até a cesta sem um armador ou ala-pivô para acompanhar e atrapalhar sua progressão até o aro.



Reparem no espaço deixado por Irving e Thompson para Lillard infiltrar. Isso é simplesmente péssima defesa de pick and roll - ninguém fez qualquer esforço para atrapalhar a progressão do armador ou acompanhá-lo no seu caminho até a cesta, apenas estenderam um tapete vermelho para ele passar. 

Mais duas coisas importantes de se observar na imagem acima: primeiro, que enquanto Thompson não fez muito esforço para bloquear Lillard e logo retomou sua posição inicial, ele também em nenhum momento volta para marcar Aldridge, um perigoso arremessador. Ele simplesmente volta a sua posição e continua acompanhando Lillard, só que agora paralelamente a ele e a uma considerável distância. Ele não tem qualquer papel no desenvolvimento dessa jogada se não for para ficar marcando Aldridge ou o lado "fraco" da jogada, que não tem nenhum jogador do Cavs cobrindo.

Segundo, LeBron James não está marcando absolutamente ninguém. Ele está parado no perímetro olhando para... ninguém, pois todos os jogadores do Blazers que ele poderia marcar estão nas suas costas. O jogador que LeBron deveria estar marcando na transição, Wesley Matthews, já está se deslocando em alta velocidade para oferecer uma opção completamente livre na zona morta oposta.



A imagem acima é o desenvolvimento da jogada um pouco depois, e mostra melhor os pontos acima. Irving está muito atrasado para conter a infiltração de Lillard, e Tristan Thompson está perdido no meio do nada - não está marcando ninguém, não está cortando qualquer linha de passe, nem oferecendo nenhum tipo de ajuda a impedir a jogada de Lillard. LeBron também continua desinteressado em defender - ele não faz QUALQUER esforço para impedir o avanço do armador, enquanto Wes Matthews continua correndo completamente livre em direção a zona morta.




Lillard chega no ponto final da sua infiltração, com Love na sua frente e um espaçamento muito ruim do Robin Lopez impedindo que ele continuasse. Importante frisar que não tem qualquer motivo para Tristan Thompson estar aonde está - Love já esta fechando o caminho para o garrafão, e dificilmente TT teria como contestar esse arremesso. Mas nessa tentativa de "ajudar", ele está deixando Matthews e Aldridge livres. Idealmente, LeBron teria rodado para marcar Aldridge e Thompson estaria impedindo o passe para Matthews tentando minimizar o estrago, mas não é o que acontece - Thompson está perdido e LeBron continua sem interesse na jogada. Lillard tem um Matthews totalmente livre na zona morta, e é para lá que ele faz o passe. 




Matthews recebe o passe em ótimas condições de tentar um arremesso livre de três pontos, tamanho o espaço que ele tem ao receber a bola. No entanto, Matthews percebe que Thompson está tentando corrigir o erro, mudando de direção para ir até ele. Com LeBron ainda parado no meio do nada, a seis metros de qualquer jogador do Blazers que ele poderia estar marcando e nem sequer fingindo tentar defender, Wes percebe que Aldridge está completamente livre no seu lugar favorito da quadra, e é para lá que faz o passe. 

Aldridge recebe a bola com ninguém a menos de cinco metros dele. LeBron FINALMENTE percebe que tem que se mexer ao invés de ficar pensando na vida, e começa sua movimentação na direção de Aldridge.




LeBron corre que nem uma paca louca na direção do camisa 12, que simplesmente faz um pump fake, pelo qual James passa totalmente lotado e não faz qualquer esforço para se recuperar. Com Love marcando Robin Lopez de perto e fora de posição, Aldridge tem um caminho completamente livre até a cesta. 




O espaço deixado no meio e a movimentação de Aldridge, que teria uma cesta fácil, forçam Thompson - que finalmente percebeu que precisa marcar Matthews na zona morta - a ajudar na marcação e correr para fechar seu caminho. O que, claro, deixa Wes completamente linha na zona morta, que é para onde Aldridge faz o passe.




LeBron desistiu da jogada depois de cair no pump fake de Aldridge e não faz qualquer esforço para contestar o arremesso. Wes Matthews recebe o passe e faz a cesta de três pontos mais fácil da sua carreira.

É sério, olhem na imagem abaixo - ele recebe a bola sem ninguém a UM QUILOMETRO dele. E reparem, de novo, aonde está LeBron.




Swish.

No fundo, essa foi uma jogada sensacional do Blazers. Os jogadores a executaram muito bem, com grande movimentação, passes excepcionais e muito altruísmo. Basquete de alta qualidade. Ainda assim, é bem possível ver como o Cavs torna isso tão mais fácil para a equipe. Irving e Thompson marcam horrivelmente o pick and roll inicial, dando um espaço absurdo para Lillard infiltrar, o que força a defesa atrás a fazer rotações... que ninguém faz corretamente. Thompson está completamente fora de posição a jogada inteira, assim como Love não tenta fechar o espaço de Aldridge mais para o final. LeBron não fez qualquer esforço a jogada inteira para ajudar seus companheiros. E o resultado é que Portland consegue fazer o que quer e conseguir um arremesso fácil demais nessa jogada. Eles tiveram três ou quatro bons arremessos na jogada, mas preferiram renunciar a eles porque a má defesa do Cavs continuava dando oportunidades ainda melhores. 

No fundo, isso se resume a duas coisas: desinteresse, e pura e simples incompetência. Jogadores que não conseguem conter uma infiltração ou marcar um pick and roll, que constantemente estão se colocando fora de posição e oferecendo passes bons para o ataque, que não conseguem fazer uma rotação correta ou compensar isso de qualquer forma. E o único jogador desse time que projetava como um possível bom defensor está totalmente desinteressado e preguiçoso na defesa, ao ponto de que o Cavs é TRINTA PONTOS POR 100 POSSES DE BOLA MELHOR COM LEBRON NO BANCO (defensivamente)! Claro que essas são apenas duas jogadas, mas são duas jogadas que ilustram bem os problemas que levaram o Cavs a ter uma das piores defesas da NBA nesse começo de ano. 


A temporada ainda é longa, e tem muito chão. Blatt vai tentar diferentes sistemas para tentar tirar mais coisa da sua defesa, e ainda tem condições da equipe evoluir desse lado da quadra com maior entrosamento e confiança. Mas no fundo, o que se destaca nesse começo de temporada (pelo menos na defesa) é algo que todo mundo já temia em Setembro: os jogadores do Cavs são simplesmente ruins defensivamente! Ao contrário do ataque - que não está bem, mas que é esperado que melhore conforme os jogadores se entrosam e se acostumam melhor a um complicado sistema ofensivo - a defesa não tem a qualidade para tal. Não da para dizer em três jogos que a defesa do Cavs vai ser horrível assim o ano todo, mas até agora, não vimos nada para nos encorajar para o futuro. 

3 comentários:

  1. Genial, bela analise. Só faltou colocar os GIFs das jogadas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Em geral, eu coloco o GIF sim. É que essa coluna saiu meio de improviso e eu não tinha os GIFs prontos, não deu tempo de criar.

      Excluir
  2. o lebron quase nao aparace na imagem na hora do arremesso Oo

    ResponderExcluir